TERRA editado a 30 de Junho


EMI Music Portugal / Departamento de Promoção
Maio de 2008


Se pedíssemos a cada um dos ouvintes de Mariza uma palavra, uma só, para descrever o sentimento que os invadem quando a escutam, certamente preencheríamos páginas e páginas que, mesmo descontadas eventuais repetições, ganhariam a riqueza e a dimensão de um dicionário. O que, por um lado, testemunha a riqueza vocabular da Língua Portuguesa e, por outro, serve como prova de que o público que a acompanha, por cá e lá por fora, se tem multiplicado em todas as direcções, cada vez mais independentes de idades e geografias, de escolas de gosto e declarações de rendimentos. Em sete anos, Mariza conquistou, à força de alma e de garganta, de disciplina e de trabalho, o estatuto das grandes cantoras universais – Amália, Piaf, Elis, Ella, Garland e mais uma mão-cheia de mulheres a quem basta um nome para o reconhecimento imediato e entusiasmado. É nosso dever, e é nossa salvação, aprender a partilhá-la. Amarrá-la a uma só forma, mesmo que ela tenha os contornos de grandeza e arrepio do nosso Fado, seria criminoso, por toda a grandeza desperdiçada sem préstimo. Melhor é deixá-la voar livremente, para termos a certeza de que volta a casa. Eis o código de acesso, as ilimitadas fronteiras, o perfil psicológico de “Terra”, o novo disco, o primeiro de um novo ciclo, a primeira obra-prima de uma respiração diferente.

Mariza precisa de uma só palavra para explicar o sucedido e o resultado: “verdade”. Senão vejamos: “Em sete anos consecutivos de tournée internacional, além de levar a minha música, fui tendo contactos com culturas e estéticas diferentes. Fui ouvindo e entendendo. Fui assimilando até chegar aqui, a este ponto que é, neste momento, a minha verdade. Ora, se eu fui sempre verdadeira com o público e comigo própria, não havia razão para que este disco não desse conta da evolução que eu fui sofrendo, como cantora e como pessoa. Senti o “Transparente” como o fim de um ciclo, depois sublinhado com o “Concerto Em Lisboa”. A este chamei-lhe “Terra”, não só porque continuo a ter os pés bem assentes nela, mas também pela ideia de viagem, de percurso, de roteiro. Era inevitável, depois de ir andando tanto pelo mundo…”.

Talvez nos tenhamos esquecido que antes da Mouraria houve Moçambique e que, depois do bairro, chegaria a vez do Mundo. Por outras palavras, Fado, sim, sempre; mas porquê ficar por aí? Lá por fora, o comodismo era outro: o Fado, como todas as músicas de maior ou menor acento étnico, ia parar ao grande cesto da World Music que, de resto, valeu os primeiros prémios a Mariza. World Music ou Música(s) do Mundo. Não é mais nem menos do que a cantora reclama agora, com este “Terra” prometido. Sem esquecer a ideia e a prática de Miguel Torga: “Ando, dou a volta ao mundo, mas acabo por vir dormir aqui”.

O que acontece em “Terra” é um convite da guitarra portuguesa e da viola de Fado à guitarra de um inglês, Dominic Miller (parceiro de Sting há vinte anos), aos pianos de um brasileiro, Ivan Lins, e dois cubanos, Chucho Valdês e Ivan “Melon” Lewis, à guitarra flamenca de um espanhol, Javier Limón, à percussão de outro espanhol, Piraña (percussionista eleito de Paco De Lucia). O que se passa em “Terra” é a comunhão perfeita da voz de Mariza com as do cabo-verdiano Tito Paris e da afro-hispânica Concha Buika. O que tem lugar em “Terra” é a passagem de testemunho do produtor, facto que parece quase um requisito de Mariza, para evitar repetições: depois de Jorge Fernando veio Carlos Maria Trindade, rendido por Jacques Morelenbaum, para agora entrar em cena Javier Limón. No lugar da comodidade, aqui viaja-se nos braços do desafio. E, no entanto, quem ouvir esta aventura quase ecuménica que envolve o flamenco e a morna, que tem perfumes de jazz, que passa pela canção clássica e que não desdenha o folclore, perceberá que o elo de ligação teima em ser português e de arrepio, chamem-lhe Fado ou apenas Mariza.

“Terra” é um disco português, para o Mundo. Em cada um dos 14 andamentos que o compõem, sente-se que as sementeiras já deram fruto. E como diz a protagonista desta colheita de excepção, “as flores é que não têm que ser todas da mesma cor”. Nem podiam: grande é a viagem que aqui se concentra e incentiva. Tão grande que vale a pena evocar Jorge Amado – tal como o seu livro, esta obra mostra uma “Terra” do sem fim.

01. JÁ ME DEIXOU
(Artur Ribeiro/ Max)

02. MINH´ALMA
(Paulo de Carvalho)

03. ROSA BRANCA
(José de Jesus Guimarães/ Resende Dias)

04. RECURSO
(David Mourão-Ferreira/ Tiago Machado)

05. BEIJO DE SAUDADE
(B.leza)

06. VOZES DO MAR
(Florbela Espanca/ Diogo Clemente)

07. FRONTEIRA
(Pedro Homem de Melo/ Mário Pacheco)

08. ALFAMA
(Ary dos Santos/ Alain Oulman)

09. TASCO DA MOURARIA
(Paulo Abreu Lima/ Rui Veloso)

10. ALMA DE VENTO
(Diogo Clemente/ Dominic Miller)

11. SE EU MANDASSE NAS PALAVRAS
(Fernando Tordo)

12. AS GUITARRAS
(Ivan Lins)

13. PEQUENAS VERDADES
(Javier Limón)

14. MORADA ABERTA
(Carlos Tê/ Rui Veloso)

Torre de Belém, Lisboa * 3




Concerto de Mariza
Torre de Belém, Lisboa
9 de Maio de 2008
Fotografias de Miguel A. Lopes

Mariza emociona el público de Valencia

www.actualidad.terra.es, 30 de Mayo de 2008


La cantante mozambiqueña con el alma modelada en el lisboeta barrio de Mouraria, Mariza, ha emocionado esta noche a un público 'exclusivo' de cerca de 900 espectadores con las versiones de los fados tradicionales y las nuevas canciones de su último disco, que aún está por estrenar.


Esta ha sido una noche donde ha brillado el sentimiento, la pasión y todos los ingredientes necesarios para la elaboración de un buen fado. La sala Iturbi del Palau de la Música de Valencia ha sido el escenario elegido por el Banco Privado Portugués (BPP) para celebrar este concierto dentro de los actos organizado para la celebración de la reunión semestral de su Consejo Consultivo, donde la interprete ha brillado con luz propia e incluso se ha atrevido a realizar un tema sin megafonía.

El cartel elegido para el primer concierto de Mariza en Valencia ha comenzado con el tema 'Loucura' de su primer trabajo, editado en 2001 y que le llevó a la fama 'Fado em Mim', para continuar con canciones tan conocidas como 'María Lisboa', 'Meu Fado Meu' o 'Cavaleiro Monge' y un fado instrumental o como se le llama en Portugal 'guitarreo', que ha servido como paréntesis para continuar con el concierto.

Mariza, ataviada con un conjunto negro, – falda larga, levita entallada y su característico pelo platino corto – ha defendido durante casi la hora y media, que ha durado el concierto, los éxitos de su carrera, y los temas que aparecerán próximamente en su nuevo disco, que lleva por título, 'Terra'. Así, ha interpretado la canción 'Rosa Branca', además de poner música a un poema de Florbela Espanca, que habla de Portugal y del mar o de hacer un homenaje a uno de los barrios más fadistas de Lisboa, 'Alfama'.

La heredera de Amalia Rodrigues, que sólo ha estado acompañada por dos guitarras españolas, y una portuguesa, no ha querido olvidarse de temas tan conocidos como 'Ó Gente da Minha Terra', donde ha bajado del escenario para reencontrarse con un público totalmente entregado.

Durante el concierto, Mariza ha explicado que el fado 'es una música misteriosa con carisma urbano' que nació en Lisboa a principios del siglo XIX, una música que sale de lo más profundo del alma para cantar, como ya describió la gran Amalia Rodrigues, 'el amor, los celos, el dolor y el pecado'. Por último, la interprete acompañada por las palmas de todo el auditorio y tras los aplausos, ha terminado un concierto 'íntimo y profundo' con un tema de su último disco.
Mariza tiene previsto iniciar la presentación de 'Terra' en Santarém (Portugal) el 21 de junio, para continuar los meses de julio y agosto en España y Portugal, además de recorrer Francia, Rumania, Bélgica, Suecia, Finlandia o Holanda.

Mariza canta hoy en Valencia

www.lasprovincias.es, 29 de Mayo de 2008


El Palau de la Música de Valencia acogerá hoy a las 20.00 horas un concierto de la cantante de Fado Mariza. Se trata de una actuación exclusiva que ofrece Banco Privado Portugués a sus invitados, por la celebración en Valencia de la reunión semestral de su Consejo Consultivo, según informó la organización en un comunicado. Al acto acudirán, entre otros miembros de la entidad, el presidente de Banco Privado Portugués, Joao Manuel Oliveira, el consejero delegado, Paulo Guichard, el director territorial de Banco Privado Portugués, José Carrasco, el presidente del Consejo Consultivo, Ricardo Martí Fluxá, así como el resto de consejeros que lo conforman.

Mariza es una cantante mozambiqueña que se crió en barrio lisboeta de Mouraria, conocido como la cuna del fado. Considerada por los portugueses como la mejor divulgadora de su cultura, "su voz única y el sentimiento con el que se entrega en cada letra la han convertido en una de las mejores intérpretes de fado a nivel internacional", indicó. Nominada en varias ocasiones a prestigiosos premios como los Latin Grammy Awards, Mariza cuenta con cinco discos en el mercado: Fado em mim, Fado Curvo, Live in London, Concerto en Lisboa y Transparente. Además, durante su trayectoria profesional ha colaborado con cantantes internacionales como Sting y con artistas españoles como José Mercé y el director de cine Carlos Saura. Mariza participó en 2007 en la película 'Fados', con la que Saura completó la trilogía dedicada a la música urbana (Tango, Flamenco y Fados).

AMIGOS 003 FRIENDS


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Rui, Mariza and Luis * 10/05/2006
PORTUGAL, Lisboa –
Adega Machado

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Mariza and Belén * 21/09/2007
SPAIN, San Sebastián –
Teatro Victoria Eugenia

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Mariza and Arie * 09/05/2008
PORTUGAL, Lisboa –
Torre de Belém

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Fernanda and Mariza * 09/05/2008
PORTUGAL, Lisboa –
Torre de Belém

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Mariza and Amer * 09/05/2008
PORTUGAL, Lisboa –
Torre de Belém

Mariza em dueto com Kiri Te Kanawa

de Nuno Lopes / Agência Lusa
www.rtp.pt, 27 de Maio de 2008


O concerto de Rodrigo Leão, a 21 de Junho no Auditório dos Oceanos, e o de Kiri Te Kanawa com Mariza, a 28 de Junho, no Casino Estoril, são apontados "os pontos altos" das celebrações do cinquentenário desta empresa.

A Estoril-Sol está a comemorar os seus 50 anos de existência com a realização de vários eventos, considerando estes concertos "o ponto alto" das celebrações "dado a excelência dos seus intérpretes", disse fonte do grupo empresarial.

Rodrigo Leão apresenta dias 21 e 22 de Junho no Auditório dos Oceanos uma obra original, "Concerto em Sol", encomendada pela Estoril-Sol para o aniversário. O compositor e intérprete será acompanhado pela sua habitual formação, Cinema Ensemble, e ainda a Orquestra Sinfonieta de Lisboa, dirigida pelo maestro Vasco Pierce de Azevedo. (…)

A soprano neozelandesa, Kiri Te Kanawa, fará um "concerto exclusivo", dia 28 de Junho, acompanhada pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida pelo maestro Julian Reynolds, contando com a participação especial de Mariza, com a qual fará dueto. Kiri Te Kanawa iniciou a sua carreira em Londres, em 1971, tornando-se numa das mais famosas sopranos internacionais. Em 1990, o seu concerto em Auckland (Nova Zelândia) reuniu mais de 140.000 pessoas. A soprano já cantou acompanhada pela London Symphony Orchestra, a Chicago Symphony, Los Angeles Philharmonic e a Boston Symphony. (…)

Mariza, que em Junho lançará um novo álbum, "Terra", é uma das mais internacionais vozes portuguesas com actuações regulares no Walt Disney Concert Hall em Los Angeles, no Carnegie Hall em Nova Iorque, para além de vários outros palcos, como o Olympia e a Sala Pleyel, em Paris, o Concertgebouw, em Amesterdão, ou o Teatro Albéniz, em Madrid.

Blue Note, Carnegie Hall e CGD

de João Pedro Oliveira
Diário de Notícias, 25 de Maio de 2008


São três contratos, todos eles de contornos inéditos. O primeiro é entre Mariza e a mítica Blue Note e representa a primeira contratação directa da editora norte-americana com um artista português; o segundo é com o Carnegie Hall, e estabelece que a fadista realizará um concerto por ano, todos os anos, na sala nova-iorquina. O terceiro é com a Caixa Geral de Depósitos (CGD), que passa a patrocinar os espectáculos da artista e em troca usa a sua imagem nas suas campanhas publicitárias, o que representa uma estreia, já que Mariza nunca se tinha associado a uma marca comercial.

Três contratos que lançam prespectivas de consolidação de uma carreira internacional que se tem vindo a cimentar nos últimos dois anos. Com a Blue Note, Mariza assinou um contrato que permitirá o lançamento de edições específicas nos Estados Unidos já no próximo ano. E o acordo firmado com o Carnegie Hall, cujo palco a fadista pisou por duas vezes nos últimos dois anos, contempla um primeiro espectáculo a fechar a digressão de três meses que, no início de 2009, levará Mariza à maioria das grandes cidades americanas, a começar no Walt Disney Concert Hall de Los Angeles (onde também já actuou) e a terminar na sala nova-iorquina. E aí Mariza regressará uma vez por ano, todos os anos, sem limite fixado à partida, para apresentar novo espectáculo. "Os EUA serão o prolongamento da digressão ibérica que a Mariza inicia a 21 de Junho e que envolve mais de trinta concertos no total", explica ao DN João Paulo Ruela, manager da fadista. Um espectáculo baseado em Terra, álbum a ser lançado precisamente no final do próximo mês, numa digressão que traz a novidade de ser patrocinada pela CGD. E aqui começa a história do terceiro contrato, que promete dar novo fôlego à capacidade de produção de espectáculos da fadista. Isto porque, como foi adiantado à imprensa pelo administrador Rodolfo Lavrador, a CGD contará até ao final de 2009, com a "colaboração" de Mariza nas suas campanhas nacionais e internacionais e, em retorno, vai subsidiar os seus espectáculos. "A Mariza sempre evitou associar-se a marcas e sempre achámos que, a acontecer, teria que ser com uma que trasmitisse o mesmo tipo de valores que a sua música", explica Joaõ pedro Ruela. "A CGD é 100% portuguesa, é sinónimo de Portugal e tem forte presença nas comunidades emigrantes. A Mariza também." E este acordo, acrescenta , "vai permitir levar o espectáculo a sítios que, de outro modo, não seria possível." O mesmo é dizer que, com o apoio da CGD, Mariza vende mais barato um espectáculo que se adivinha de produção dispendiosa. "Teremos um novo palco circular, uma nova estrutura, um novo trabalho de luzes muito mais apurado e todo um cenário de grande produção", concretiza Ruela. A estreia faz-se no dia 21 em Santarém.

Biography

1973
– Born in Mozambique on 16 December to a Portuguese father and Mozambican mother.

1977
– Arrives in Lisbon with her parents and the family settles in the Mouraria district, the part of town best known for its fado traditions.

1979
– Opening of the Zalala restaurant in Mouraria (Lisbon), owned by her parents, where Mariza sang in public for the first time on fado afternoons, which were held on a weekly basis. The first fado she performed was “Os Putos”, a poem by José Carlos Ary dos Santos. Later on she satisfied her adolescent curiosity, trying other musical genres such as Gospel, Soul and Bossa Nova, with the band Vinyl.

1996
– Spends some time working on board a Brazilian cruise ship where she re-established contact with the fado which she performed by popular demand of her audience. Upon her return to Portugal she resumed her regular performances with Vinyl, at the Xafarix bar in Lisbon and, later on, at the Rock City by invitation of the club’s entertainment manager, João Pedro Ruela.

1997
– Mariza and João Pedro Ruela form the band Funkytown.
– Performance at the Café Café restaurant, owned by television personality Herman José, who would prove to be responsible for bringing Mariza to the public eye through the numerous invitations and performances on his programmes.

1998
– First international performance at a small concert hall in Brussels, thanks to an invitation form the Caja Económica Luso-Belga (Portuguese-Belgian savings bank).
– Concerts in Amsterdam and Canada, in which Mariza begins to bill herself as a fadista (fado singer).

1999
– First public performance on Portuguese television on the Amália Rodrigues tribute show, produced by Felipe la Féria and broadcast live from the Lisbon and Porto Coliseums.

2001
– Release of first original album FADO EM MIM, produced by Jorge Fernando and Tiago Machado, which was to be a limited edition. It ended up being released in 32 countries by Dutch record company, World Connection, obtaining quadruple platinum status in Portugal.
– “Fado em Mim” album gains the German Record Critics' Award ("Preis der deutschen Schallplattenkritik") for best for best Traditional, Ethnic, Folk and World Music CD.

2002
– Award for Best Act at the Quebec Summer Festival.
– Performs at international festivals to large crowds: Summer Stage at Central Park, (New York), in front of ten thousand people; Global Divas III spectacle, as part of KCRW’s World Festival held at the Hollywood Bowl (Los Angeles), with Mahotela Queens and Lauryn Hill, to an audience of seventeen thousand people; Montreal International Jazz Festival, in front of eight thousand people; Womad Festival in Reading (United Kingdom); Atlantic waves Festival, at the Royal Festival Hall (London).
– First tours encompassing important North American cities and European capitals.

2003
– Release of second original album FADO CURVO, produced by Carlos Maria Trinidade, which reaches number 6 in the world Music Top Billboard.
– Wins BBC Radio Three’s award for Best European Artist in the World Music category; received at the hands of Michael Nyman at the Hackney’s Ocean in London.
– “Fado Curvo” album gains the German Record Critics' Award ("Preis der deutschen Schallplattenkritik") for best for best Traditional, Ethnic, Folk and World Music CD.
– Wins Personality of the Year Award granted by the Foreign Press Association in Portugal.
– Wins Personality Marketing Award for Culture and Performance, granted by the Portuguese Association of Marketing Professionals.
– Performs on BBC Television programme Later with Jools Holland. The performance is then included in the “10 Years Later” DVD, commemorating the best 30 musical moments (out of a total of 3000) of the programme’s first decade.
– Memorable tour of the UK, with all venues sold out, including the Queen Elizabeth and Royal Festival Halls. Greatly applauded and praised by the British press, namely: The Times, Time, The Guardian and The Independent.

2004
– Release of the first live DVD, MARIZA LIVE IN LONDON, recorded at the Union Chapel in London.
– Decorated by the by the Portuguese Secretary of State for Tourism with the Gold Medal of Merit for Tourism.
– “Fado em Mim” wins the European Border Breakers Award granted by the European Commission, at the MIDEM Festival in Cannes.
– Records “A Thousand Years” duet with Sting, included in the official Athens Olympic Games album “Unity”.
– Performs at the Rock in Rio Festival in Lisbon, before twenty thousand people.
– Performs at the Cairo International Song Festival as guest of honour.
– Performs at the World Music Festival in Chicago.
– Unforgettable concert in the Keil do Amaral Auditorium in Monsanto (Lisbon), to an audience of twenty-two thousand people.

2005
– Release in 35 countries of her third original album TRANSPARENTE, recorded in Brazil, and produced by Jaques Morelenbaum. It reaches number 6 in the European World Music charts.
– Wins International Career Award granted by the Amália Rodrigues Foundation.
– Appointed Goodwill Ambassador by the Portuguese UNICEF Committee.
– Appointed International Ambassador for the works and spirit of Hans Christian Andersen, by the Kingdom of Denmark.
– Records a duet with flamenco singer José Mercé, “Hay una Música del Pueblo”, for the Spanish version of “Transparente”.
– Performs at Live 8, the world’s largest music event, being the only artist representing Portugal.
– Unforgettable concert at the Gardens of the Torre de Belém (Lisbon) with the Lisbon Sinfonietta Orchestra conducted by maestro Jaques Morelenbaum, in front of an audience of over twenty thousand people.

2006
– Worldwide release of CD and DVD CONCERTO EM LISBOA, which was recorded at the 2005 Gardens of the Torre de Belém concert.
– Decorated by former Portuguese President Jorge Sampaio with the Order of Prince Henrique [Ordem del Infante Don Henrique] medal – Rank of Commander.
– Golden Globe award for Best Solo Artist, granted by the SIC television channel and Caras magazine.
– Nominated at the Australian Helpmann awards for Best International Contemporary Concert, for her performance at the Sydney Opera House.
– Nominated for the second time at the BBC Radio Three’s World Music Awards, for best European Artist.
– Contributed to the musical score for the film “Fados”, directed by Spain’s Carlos Saura, in which she plays one of the leading roles.
– BBC Television produces the first biographical documentary on Mariza, called “Mariza and the Story of Fado”.
– Unforgettable concert at the Royal Albert Hall (London), Europe’s most prestigious concert hall, in the company of Jaques Morelenbaum, guests Carlos do Carmo, Tito Paris, Rui Veloso and a sold out house.
– Performing for the first time at the Lisbon and Porto Coliseums, both were sold out performances.

2007
– Nominated at the Finnish Emma Gala Awards for Best International Artist.
– “Concerto em Lisboa” album nominated by the Latin Academy of Recording Arts and Sciences at the Latin Grammy Awards for best Folk Album - first ever nomination of a Portuguese artist for one of the world’s most distinguished music awards.
– Third nomination at the BBC Radio Three’s World Music Awards, for best European Artist.
– Appointed Ambassadress of the Portuguese Tourism Institute.
– World premiere of “Fados” at the Toronto Film Festival and European premier at the San Sebastian International Film Festival.
– Performance at the results ceremony of the Seven New Wonders of the World at the Estadio da Luz, Lisbon.
– Performance at American TV’s Late Show with David Letterman (CBS), with an estimated audience of thirty million viewers.
– North-American tour with 15 performances in 24 days, including a return to the Carnegie Hall (New York) and ending the tour with a triumphant concert at the Walt Disney Concert Hall (Los Angeles) on a stage set, which recreated a traditional Lisbon tavern, specially designed by the architect Frank Gehry.
– Unforgettable concert at the Atlantic Pavilion (Lisbon) with the appearance of various special guests, before a packed audience of fourteen thousand.

Mariza associa-se à CGD

de Marina Chiavegatto
www.jornalbriefing.iol.pt, 20 de Maio de 2008


A Caixa Geral de Depósitos (CGD) e a fadista Mariza fecharam um acordo que «irá beneficiar os dois lados», explica Rodolfo Lavrador, administrador da CGD. O banco irá contar, até ao final de 2009, com a «colaboração» da fadista nas suas campanhas nacionais e internacionais. Por outro lado, a tourné de Mariza terá como patrocinador principal a CGD abrindo «novas possibilidades de trabalho», segundo João Pedro Ruela, manager.

Esta é a primeira vez que a cantora se associa a uma marca. «Fiquei muito honrada com o convite», confessou Mariza e explicou que, desde que tinha trabalhado com a CDG na sua última tourné, tinha gostado muito «da forma como se preocupava com a cultura e língua do nosso país».

«Interessa-nos estarmos associados à imagem da Mariza já que também ela, tal como nós, é uma marca muito portuguesa mas com impacto lá fora», disse o administrador da CGD. Até ao final do ano, a Caixa pretende fazer uma campanha com a imagem da fadista que será veiculada quer em Portugal, quer nos países onde o banco tem maior visibilidade. «Ainda não temos nada definido, mas à partida, os nossos mercados prioritários são o mercado ibérico, francês, americano e brasileiro», declarou Rodolfo Lavrador.

Praça do Município, Funchal

de Odilia Gouveia
Jornal da Madeira, 17 de Maio de 2008


O espectáculo de Mariza, ontem à noite, encheu por completo a Praça do Município, de público e aplausos. Desta vez, a fadista portuguesa fez-se acompanhar de nove músicos, entre os quais um quarteto de cordas da Orquestra Clássica da Madeira (OCM), que também mereceu aplausos. Svitlana Taraban (violino), Maxim Taraban (violino), Volodimir Petryakov (viola) e Irina Bandura (violoncelo) foram os músicos da OCM convidados para este espectáculo integrado nas comemorações dos 500 Anos da Cidade do Funchal.

Do alinhamento do concerto, constavam os temas “Loucura” (com Quarteto de Cordas), “Chuva”, “Maria Lisboa”, “Meu Fado Meu”(com quarteto), “Barco Negro”, “Há Uma musica do Povo”, “Instrumental”, “Cavaleiro Monge”, “Rosa Branca”, “Tasco da Mouraria”, “Alfama”, “Feira de Castro”, “Senhor Vinho”,” Primavera” ( com quarteto) e “Ó Gente da Minha Terra” (encore, com quarteto).

A actuação desta fadista portuguesa foi intensamente aplaudida. No final, Mariza recebeu um ramo de flores, com os agradecimentos da “Funchal 500 Anos”.

De lembrar que a digressão mundial de Mariza, em que “Terra”, o novo disco vai estar em apresentação, inicia-se em Santarém, a 21 de Junho. Seguir-se-á, em Julho, uma série de espectáculos no estrangeiro, com passagem por países como Espanha, Bélgica, Holanda, Reino Unido e França, entre outros.

Torre de Belém, Lisboa * 2









Concerto de Mariza
Torre de Belém, Lisboa
9 de Maio de 2008
Fotografias de Ubi Rhodes-Malin

Apresentação do novo disco: TERRA

O arranque oficial de TERRA, a nova tournée mundial de MARIZA, tem a sua primeira apresentação dia 21 de Junho na Monumental Celestino Graça em Santarém para uma lotação de 14.000 pessoas.

Esta é a oportunidade única de ver ou rever MARIZA, e conhecer os temas do novo CD TERRA antes de a artista partir para o estrangeiro, onde no mês de Julho já tem em agenda vários concertos em Espanha, nomeadamente Madrid e Barcelona. Mais tarde TERRA vai passar pela Finlândia, Bélgica, Holanda, Reino Unido e França entre outros.

MARIZA como nunca a viu!

PREÇO DOS BILHETES: Plateia VIP: 30 € / Barreira: 20 € / Contra-Barreira: 20 € / Bancada Filas 1 a 7: 15 € / Bancada Filas 8 a 20: 12,5 € / Bancada Filas 21 a 28: 5 € / Camarotes 6 Senhas: 60 € / Senha de Camarote: 15 €

LOCAIS DE VENDA: Worten, Fnac, Bliss, Lojas Viagens Abreu, Livraria Bulhosa (Oeiras Parque e C. C. Cidade do Porto), Pontos MegaRede e Ticketline (Reservas + 351 707 234 234 e www.ticketline.pt)

Torre de Belém_3

MARIA LISBOA
(David Mourão-Ferreira / Alain Oulman)

Mariza na Torre de Belém
Lisboa, Portugal / 09 Maio 2008

Torre de Belém_2

CHUVA
(Jorge Fernando)

Mariza na Torre de Belém
Lisboa, Portugal / 09 Maio 2008

Torre de Belém_1

LOUCURA
(Júlio Campos Sousa / Frederico de Brito)

Mariza na Torre de Belém
Lisboa, Portugal / 09 Maio 2008

Torre de Belém, Lisboa * 1

de Vanessa Fidalgo
Correio da Manhã, 10 de Maio de 2008


De onde outrora partiram os portugueses à descoberta de novos mundos, também Mariza se aventurou na sexta-feira em Lisboa num novo espectáculo: palco na água, entrecortado pela Torre de Belém e o Tejo, cenário quase perfeito, só beliscado pela chuva que caiu, grossa e fria.

"Ai coitadinha que ela se molha", gemeu uma senhora na plateia repleta de nacionais e muitos estrangeiros. "S. Pedro tem de nos ajudar", juntou outra. Com ou sem bênção divina ninguém desarmou e daí a segundos todos entoavam em coro: "eu sei, meu amor, que nem chegaste a partir, pois tudo em meu redor me diz que estás sempre comigo", o popular ‘Barco Negro’ de Amália Rodrigues. Generosa, Mariza retribuiu os ruidosos aplausos: "Não há chuvisco que vos atrapalhe, vocês são maravilhosos", lançou. E logo avançou para ‘Há uma Música do Povo’, com poema de Fernando Pessoa. O que Mariza não viu foi o povo, às centenas, que fora do recinto, não a via, mas ouvia. Desde a abertura, quando alinhou ‘Loucura, ‘Chuva’, ‘Maria Lisboa’ e ‘Meu FadoMeu’.

Com novo álbum prestes a sair (em Junho), Mariza saciou a curiosidade do público e interpretou alguns temas novos: ‘Rosa Branca’, ‘Tasco da Mouraria’, um fado-biografia que RuiVeloso fez para a fadista e que esta dedicou ao pai, que estava na plateia. e ‘Alfama’, todos eles bastante aplaudidos.

Mariza canta com o Tejo a seus pés

de Luis F. Silva
www.correiomanha.pt, 9 de Junho de 2008


Mariza regressa esta noite a Belém para um espectáculo no qual cantará sobre as águas do rio Tejo. Com a Torre de Belém (decorada com uma instalação de Joana Vasconcelos) como pano de fundo e com o palco sobre o rio Tejo, Mariza promete um espectáculo singular.

'Vou cantar fados que as pessoas já conhecem, mas vou apresentar também um ou dois temas do novo disco. Será uma oportunidade para as pessoas perceberem um pouco a linha do novo disco, as loucuras que temos andado a fazer' (risos), disse ao CM. De acordo com Mariza, o seu novo disco ainda sem título – 'estou ainda a pensar' – deverá sair 'no final de Junho', adiantou.

'Estamos já na fase final do trabalho. Falta apenas uns pequenos retoques', revelou. O disco tem sido gravado em Madrid,Espanha, com o produtor Javier Limón. O espectáculo desta noite (22h00), já esgotado, insere-se na iniciativa ‘Sete Maravilhas’ promovida pela EDP e assinala o regresso de Mariza a Belém, onde actuou em 2005 e de que resultou o CD e DVD‘Concerto em Lisboa’, que a tornou na primeira artista portuguesa nomeada para os prémios Grammy.

Concerto de amanhã esgotado

de Nuno Lopes / Agência Lusa
www.sapo.pt, 8 de Maio de 2008


Mariza esgota espectáculo de sexta-feira à noite em Lisboa, junto à Torre de Belém, para a qual a artista plástica Joana Vasconcelos concebeu especificamente uma instalação de bóias náuticas. "O palco está colocado sobre a água o que permite aos 2.000 espectadores apreciarem o concerto e verem ao mesmo tempo a instalação de Joana Vasconcelos", disse à Lusa fonte do evento, que se insere na iniciativa "7 maravilhas" promovida pela EDP.

A Torre de Belém, edificada no século XVI, foi proclamada o ano passado uma das sete maravilhas nacionais ao lado dos mosteiros dos Jerónimos, de Alcobaça e da Batalha, dos castelos de Guimarães e Óbidos, e do Palácio da Pena.

O historiador de arte Lúcio Moura considera que "a instalação concilia a arquitectura monumental e a joalharia". Trata-se de um colar de bóias náuticas, amarelas, verdes, vermelhas e azuis, que está assente na Torre e que é "inspirado nos magníficos exemplares da joalharia barroca nacional do último quartel do século XVII", afirma Lúcio Moura.

Mariza, que em Junho lançará um novo álbum, "irá interpretar apenas temas dos seus álbuns anteriores", disse à Lusa fonte da sua produtora. A fadista, que já em Setembro de 2005 realizou nos relvados frente à Torre um espectáculo de que resultou o seu segundo DVD, será acompanhada sexta-feira por Ângelo Freire, na guitarra portuguesa, Diogo Clemente na viola, Marino de Freitas na viola-baixo e João Pedro na percussão. A criadora de "Ó gente da minha terra" (Amália Rodrigues/Tiago Machado) receberá este mês em Paris a Medalha de Vermeil da Sociedade de Artes, Ciências e Letras. O novo álbum, produzido pelo espanhol Javier Limón, que se tornou conhecido pelo seu trabalho com o pianista cubano Bebo Valdés e o cantor de flamenco Diego "El Cigala", não tem ainda título.